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Com a aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso, o presidente Lula ganhou o poder de fazer sua 11ª indicação para o STF ao longo de seus três mandatos como chefe do Palácio do Planalto.
Das dez indicações anteriores do petista, quatro ministros continuam na Corte: Cármen Lúcia, indicada no primeiro mandato; Dias Toffoli, indicado no segundo; e Cristiano Zanin e Flávio Dino, ambos indicados no terceiro mandato.
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O ministro Luís Roberto Barroso
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O ministro Luís Roberto Barroso
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Luís Roberto Barroso e o presidente do STF, Edson Fachin
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Além de Cármen Lúcia, Toffoli, Zanin e Dino, Lula indicou outros seis ministros: Cezar Peluso (2003), Ayres Britto (2003), Joaquim Barbosa (2003), Eros Grau (2004), Ricardo Lewandowski (2006) e Menezes Direito (2007).
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Para a vaga de Barroso, dois nomes despontam como favorito para serem indicados por Lula: o atual advogado-geral da União, Jorge Messias, e o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Há ainda a expectativa de que Lula possa indicar uma mulher para o STF. O próprio Barroso, em entrevista na quinta-feira (9/10) após anunciar sua aposentadoria, disse ser simpático à ideia.
Aos 63 anos de idade, Barroso poderia ficar como ministro Supremo até março de 2033, quando ele completa 75 anos e teria de se aposentar compulsoriamente da Corte.
