Líder do PL na Câmara, o deputado Sóstenes Cavalcante (RJ) sugeriu a Hugo Motta (Republicanos-PB) adiar a votação do projeto Antifacção na Casa, prevista para acontecer nesta quarta-feira (12/11) em plenário.
A proposta de Sóstenes é de que a Câmara faça uma série de audiências públicas nas cinco regiões do país, ouvindo governadores, prefeitos, secretários de Segurança Pública, OAB, universidades, Judiciário e o governo federal.
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Sóstenes Cavalcante
Igo Estrela/Metrópoles. @igoestrela
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
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Guilherme Derrite retirou do texto trechos que reduziam autonomia da PF
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PT questiona três pontos do Projeto de Lei Antifacção relatado por Guilherme Derrite
KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
À coluna, Sóstenes disse ter defendido tanto a Motta quanto ao relator do projeto, Guilherme Derrite (PP-SP), que a votação seja adiada para a semana de 10 de dezembro. Ou seja, para daqui a cerca de um mês.
“Segurança Pública é o assunto mais sério do país. Tem que ter responsabilidade e seriedade na hora de legislar sobre isso”, argumentou o líder do PL à coluna.
De acordo com Sóstenes, Motta e Derrite ainda não deram uma resposta sobre a proposta. Até o início da tarde da quarta-feira, o presidente da Câmara mantinha a previsão de votar o projeto ainda hoje.
Nos últimos dias, o relator da proposta fez uma série de mudanças em seu parecer. Derrite retirou, por exemplo, mudanças na lei antiterorrismo e o trecho que tirava poder da Polícia Federal.
