Índice
Partido de Jair Bolsonaro, o PL se comprometeu a votar a favor da redução das penas do 8 de Janeiro nesta terça-feira (9/12), na Câmara, sem apresentar um destaque para votar a anistia, como prometia até então.
O compromisso foi confirmado à coluna pelo próprio líder do PL na Casa, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), que participou da reunião em que Hugo Motta (Republicanos-PB) decidiu pautar o PL da Dosimetria.
3 imagens
Fechar modal.![]()
1 de 3
Sóstenes Cavalcante
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.fot
2 de 3
Sóstenes Cavalcante
Igo Estrela/Metrópoles. @igoestrela
3 de 3
Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL)
Igo Estrela/Metrópoles. @igoestrela
Sóstenes disse ter assumido o compromisso de não apresentar destaques na votação como um gesto pelo Natal, possibilitando que alguns dos condenados pelo 8 de Janeiro passem o feriado com suas famílias.
O líder do PL fez questão de ressaltar que a redução das penas será apenas o “primeiro degrau” e que não desistirá de votar a anistia em 2026, na retomada dos trabalhos do Congresso Nacional.
Leia também
-
Igor Gadelha
Motta decide votar hoje projeto que pode reduzir pena de Bolsonaro
-
Igor Gadelha
Centrão pressiona, mas Motta promete cumprir acordo com PT pelo TCU
-
Igor Gadelha
Deputados pressionam Motta a agilizar PEC que mira STF
-
Igor Gadelha
Caso Zambelli enterra chances de paz entre Motta e líder do PT
“Assumi um compromisso pelo Natal de que nós não vamos apresentar [destaque] neste momento. A redução de penas será o primeiro degrau da nossa luta pela anistia”, disse o parlamentar.
A decisão de votar o PL da Dosimetria foi tomada por Motta durante a reunião de líderes na manhã desta terça-feira e confirmada à coluna pela assessoria de imprensa do presidente da Câmara.
O texto que irá a votação em plenário, segundo apurou a coluna, será o parecer do deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade), relator do projeto.
Até então, o PL prometia apresentar um destaque para tentar retomar o texto original do projeto, que previa anistia ampla, geral e irrestrita aos condenados pelo 8 de Janeiro.
