Nos bastidores da sucessão estadual de 2026, ganha força a articulação que coloca o empresário Samuel Maggi Locks como possível vice-governador na chapa encabeçada pelo senador Wellington Fagundes (PL). Interlocutores políticos apontam que Samuel é visto como um nome de perfil agregador, com forte aceitação interna e capacidade de diálogo com diferentes setores econômicos e sociais, atributo considerado estratégico para ampliar o alcance eleitoral do projeto. A eventual filiação ao PL é tratada como movimento alinhado à consolidação da pré-candidatura de Wellington, já assumida pela legenda como prioridade no Estado.
A leitura predominante entre lideranças ouvidas nos bastidores é de que a entrada de Samuel na chapa tende a retirar a possibilidade de apoio da família Maggi ao vice-governador Otaviano Pivetta, também pré-candidato ao governo, ao concentrar o alinhamento familiar em torno do projeto de Wellington. Essa movimentação é vista como um reposicionamento de peso no tabuleiro político, com potencial de isolar alternativas concorrentes dentro do mesmo campo e fortalecer a estratégia do PL de unificar apoios relevantes antes do início formal da campanha.