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O IBC-Br, indicador utilizado como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), registrou alta de 0,8% em janeiro em relação a dezembro de 2025, na série com ajuste sazonal, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central nesta segunda-feira (16).
No trimestre móvel encerrado em janeiro de 2026, na comparação com o período finalizado em outubro de 2025, o IBC-Br também teve um crescimento de 0,8%.
Por setores
Entre os setores:
- Agropecuária: -1,5%
- Indústria: +0,4%
- Serviços: +0,8%
- Impostos: +0,5%
Nos últimos 12 meses, o indicador avançou 2,3%.
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Por que o IBC-Br é chamado de prévia do PIB
O IBC-Br recebe o apelido de “prévia do PIB” porque antecipa a direção da atividade econômica antes da divulgação oficial do Produto Interno Bruto pelo IBGE.
O PIB é divulgado trimestralmente e considera uma base ampla de informações sobre produção, renda e consumo. Já o IBC-Br reúne dados mensais de indústria, serviços, agropecuária e impostos, permitindo leitura mais rápida da economia – cerca de 45 dias após o mês de referência.
Ele não substitui o PIB, mas serve como sinal de tendência. Movimentos persistentes no IBC-Br costumam antecipar revisões nas projeções de crescimento e influenciam decisões de política monetária.
IBC-Br e os sinais para o Copom
O desempenho do IBC-Br ajuda a calibrar as expectativas para o Comitê de Política Monetária (Copom). Um crescimento mais forte tende a reduzir o espaço para cortes de juros, enquanto desaceleração consistente pode abrir margem para flexibilização.
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