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Integrantes do Palácio do Planalto avaliam que a escolha de Alessandro Vieira (MDB-SE) como relator do PL Antifacção no Senado foi mais “equilibrada” para o governo do que a de Guilherme Derrite (PL-SP) na Câmara dos Deputados.
Nos bastidores, auxiliares do presidente Lula dizem considerar a indicação de Alessandro Vieira como positiva, uma vez que o senador construiu uma longa carreira como delegado da Polícia Civil em Sergipe, seu reduto eleitoral.
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Agência Senado
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Senador Alessandro Vieira (PSDB)
Waldemir Barreto/Agência Senado
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Relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB)
Pedro França/Agência Senado
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Lula, Hugo Motta e Davi Alcolumbre
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Integrantes do Planalto também avaliam que, por integrar um partido de centro — o MDB — o parlamentar sergipano tende a politizar menos o debate sobre o tema do que Derrite, que é secretário do governo Tarcísio de Freitas.
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Alessandro Vieira, vale lembrar, é considerado um senador independente, que hora vota com o governo, hora vota com a oposição. Recentemente, o senador sergipano foi indicado como o relator da CPI do Crime Organizado no Senado.
Planalto aposta no Senado
Como a coluna antecipou, o Planalto aposta no Senado para barrar alguns pontos do projeto aprovado pela Câmara. Um dos trechos prevê a destinação para as policiais estaduais de recursos que hoje vão para a Polícia Federal.
À coluna, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), afirmou que vai trabalhar para “enterrar em cova profunda” esse ponto da matéria. “Essa questão é absurda”, disse.
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