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Presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin convocou uma reunião de emergência com ministros nesta terça-feira (28/10), no Palácio do Planalto, para discutir a operação contra o Comando Vermelho no Rio de Janeiro.
Antes da reunião ampliada, Alckmin também conversou sobre o tema com os ministros da Casa Civil, Rui Costa, e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Sidônio Palmeira.
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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
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Ministro da Casa Civil, Rui Costa
Ailton Fernandes | Casa Civil
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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
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A ministra Gleisi Hoffmann
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
As conversas aconteceram em meio às críticas do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), que acusou publicamente o governo Lula de negar ajuda ao estado para operações policiais.
Alckmin está como presidente da República interino até a noite desta terça, quando o presidente Lula chegará a Brasília vindo da viagem Malásia. O petista está voando desde o início da manhã, sem comunicação.
As críticas do governador
Em entrevista coletiva pela manhã, Castro afirmou que o estado estava“sozinho” na operação desta terça contra o Comando Vermelho, realizada por policiais civis e militares nos complexos do Alemão e da Penha.
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De acordo com o governador fluminense, a gestão Lula teria negado, por três vezes, o empréstimo de blindados para realização de operações no Rio, por resistir a decretar GLO no estado.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, reagiu às críticas. À coluna, Lewandowski afirmou que o governador do Rio “não fez nenhum contato” com o ministro sobre a operação.
A ação já deixou mais de 60 mortos, entre eles, quatro policiais, o que a torna a mais letal da história. Ao todo, 2,5 mil agentes de segurança saíram às ruas nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte.
