Brasília
As recentes pesquisas que apontam Flávio Bolsonaro (PL-RJ) consolidado ao lado de Lula no segundo turno acenderam o sinal de alerta no Palácio do Planalto.
A avaliação é que o avanço do bolsonarista se deu porque o PT não fechou, até agora, com nomes de peso em São Paulo e Minas Gerais.
Por isso, a expectativa no Planalto é que o presidente feche as chapas nesses estados até a próxima semana.
Em São Paulo, o acerto só depende de uma nova conversa entre o presidente e o futuro candidato, o atual ministro, Fernando Haddad (PT).
Em Minas Gerais, o cenário é mais complexo. Lula precisa “preparar” o caminho para que Rodrigo Pacheco se filie ao União Brasil. A decisão depende, no entanto, da conversa de Lula com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
Interlocutores de Lula avaliam que o bolsonarismo “surfa sozinho e de forma articulada” nos dois estados, sem nenhuma oposição.
A expectativa é que a definição de Haddad e Pacheco como candidatos interrompa o crescimento de Flávio nas intenções de voto.
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