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Lideranças do Centrão apontam, nos bastidores, que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cometeu erro crucial ao anunciar sua pré-candidatura à Presidência da República em 2026.
Segundo caciques de partidos do grupo, o filho “01” de Jair Bolsonaro deveria ter discutido previamente sua candidatura com siglas aliadas, como União Brasil e PP, antes de anunciá-la.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL)
Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
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O senador Flávio Bolsonaro (PL)
Vinícius Schmidt/Metrópoles
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Flávio Bolsonaro é senador
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Flávio, explicam membros do Centrão, inverteu a ordem: primeiro anunciou publicamente que teve a bênção do pai para ser candidato e só depois procurou as siglas para apresentar seu nome.
O resultado não foi dos melhores. Na segunda-feira (8/12), Flávio se reuniu com presidentes de partidos do Centrão, mas nenhum deles quis ainda endossar seu nome dele ao Palácio do Planalto.
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Aposta em teto
Lideranças do Centrão minimizam, nos bastidores, o crescimento de Flávio nas últimas pesquisas de intenção de voto, que mostram o senador com melhor desempenho no segundo turno contra Lula do que outros nomes.
A avaliação no grupo é de que já era esperado que, com o sobrenome “Bolsonaro”, Flávio crescesse rapidamente, captando o eleitorado do pai. O problema, apontam, seria um possível “teto” do senador na disputa presidencial.
Diante disso, caciques do Centrão defendem que é preciso aguardar o desenvolvimento de outros nomes que estão se colocando como presidenciáveis. Entre eles, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União).
Nesse cenário, uma ala do bloco entende que o melhor caminho seria priorizar a eleição de bancadas robustas no Congresso, em 2026, para manter a força do Centrão, independentemente de quem se eleger presidente.
