Casa BrasilCPMI do INSS ouve assessor da Conafer; acompanhe

CPMI do INSS ouve assessor da Conafer; acompanhe

por Luciana Saravia
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Após vitórias do governo Lula, como a rejeição da convocação de José Ferreira da Silva, o Frei Chico, vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas (Sindnapi) e irmão do presidente, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) segue na tarde desta quinta-feira (16/10).

Está previsto o depoimento do assessor do presidente da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Família (Conafer), Cícero Marcelino de Souza Santos.

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Segundo apurações da Polícia Federal, o assessor fazia intermediações entre entidades investigadas e servidores do INSS. A PF aponta Cícero, assessor de Carlos Ferreira Lopes, presidente da Conafer, como possível operador da entidade, que também é alvo da operação.

Acompanhe aqui:

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Senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS

FOTO: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto2 de 3

CPMI do INSS

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CPMI do INSS

FOTO: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Farra no INSS

  • O escândalo do INSS foi revelado pelo Metrópoles em uma série de reportagens publicadas a partir de dezembro de 2023.
  • Três meses depois, o portal mostrou que a arrecadação das entidades com descontos de mensalidade de aposentados havia disparado, chegando a R$ 2 bilhões em um ano, enquanto as associações respondiam a milhares de processos por fraude nas filiações de segurados.
  • As reportagens do Metrópoles levaram à abertura de inquérito pela Polícia Federal (PF) e abasteceram as apurações da Controladoria-Geral da União (CGU).
  • No total, 38 matérias do portal foram listadas pela PF na representação que deu origem à Operação Sem Desconto, deflagrada em 23 de abril e que culminou nas demissões do presidente do INSS e do então ministro da Previdência, Carlos Lupi.

Pela manhã, além da rejeição pela convocação de Frei Chico, foi retirado de pauta o pedido da quebra dos sigilos bancário e fiscal do ex-ministro da Previdência Carlos Lupi. Também foi rejeitado o pedido de prisão preventiva contra o presidente do Sindicato Nacional de Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), Milton Cavalo Batista.

O Sindnapi foi alvo de operação da Polícia Federal (PF) deflagrada na última quinta-feira (9/10), no âmbito das investigações sobre descontos irregulares.

Em destaque, a CPMI aprovou a quebra de sigilo do advogado Eli Cohen, um dos responsáveis pelas primeiras denúncias envolvendo fraudes no INSS. No entanto, o colegiado rejeitou investigações nas contas da publicitária Danielle Fonteles, que teria recebido pagamentos de Antonio Carlos Camilo, o “Careca do INSS”.

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