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Lideranças bolsonaristas deflagraram ofensiva junto a autoridades americanas, nas últimas horas, em busca de detalhes sobre a reunião bilateral entre os presidentes Lula e Donald Trump, ocorrida no domingo (26/10).
O objetivo, segundo lideranças do PL e aliados do deputado Eduardo Bolsonaro, é medir os reais impactos que o encontro terá, sobretudo sobre as sanções contra autoridades brasileiras, principal interesse do grupo.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em reunião bilateral na Cúpula da Asean.
Augusto Tenório/Metrópoles
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Lula e Trump na Malásia
@ricardostuckert
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Encontro entre Lula e Trump na Malásia
Ricardo Stuckert / PR
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Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Encontro com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o 47ª Cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático
Ricardo Stuckert/PR
À coluna o influenciador Paulo Figueiredo afirmou que tem buscado auxiliares de Trump na Casa Branca e integrantes do Departamento de Estado. “Preciso saber o que houve de fato na reunião”, disse.
Figueiredo conta que há possibilidade de ele e Eduardo irem a Washington nesta semana, mas a viagem ainda não está confirmada. Por enquanto, ele diz que tem tentado dialogar por telefone “o máximo possível”.
O influenciador, contudo, tem enfrentado dificuldade. “O shutdown está fazendo tudo mais lento e difícil em DC”, disse, em referência à paralisação prolongada do governo americano pelo impasse entre republicanos e democratas.
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Nas conversas iniciais, Figueiredo afirmou ter ouvido de autoridades americanas que a reunião entre Lula e Trump teria sido “totalmente sem compromisso”. Nesse cenário, ele aposta ser difícil revogar as sanções aplicadas contra brasileiros.
A aposta do influenciador é compartilhada pelo líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ). Para ele, Trump não vai revogar a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro do STF Alexandre de Moraes “nem a pau”.
Sóstenes afirma que, com ou sem avanços na reunião de Trump, ele intensificará, nesta semana, a articulação junto a partidos de centro em busca de apoio para aprovar anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro.
