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Integrantes do Palácio do Planalto dizem ter sido pegos de surpresa com a decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), de votar o “PL da Dosimetria” nesta terça-feira (9/12), no plenário.
Até então, a expectativa no Planalto era de que o projeto não seria apreciado em 2025. Para auxiliares de Lula, Motta acabou cedendo à pressão de bolsonaristas — a proposta deve beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro.
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Hugo Motta e Lula
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
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Motta e Lula
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao lado dos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP)
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Na noite da segunda-feira (8/12), o presidente da Câmara chegou a receber os ministros Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e Fernando Haddad (Fazenda) na residência oficial, em Brasília.
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Durante o encontro, eles trataram especialmente das pautas econômicas de interesse do governo, como a votação do Orçamento de 2026. Motta, segundo relatos, não teria antecipado que pautaria o PL da Dosimetria.
A decisão de votar o projeto que reduz as penas dos condenados pelo 8 de Janeiro, segundo aliados de Motta, só foi tomada durante a reunião de líderes da Câmara, na manhã da terça-feira (9/12).
