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Política em foco: Cerco a bolsonaristas avança com Eduardo réu e ex-assessor preso

por Da Redação
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Tropas desfilam com bandeira do Partido Comunista e da China. (Foto: ANDRES MARTINEZ CASARES/EFE)

O cerco judicial sobre aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro se intensificou, com o Supremo Tribunal Federal (STF) tornando o deputado Eduardo Bolsonaro réu por unanimidade e a Justiça italiana marcando uma audiência chave para a extradição de Carla Zambelli. Paralelamente, o governo Lula atua em duas frentes diplomáticas opostas, sendo cobrado a reduzir tarifas com os EUA enquanto delegações do PT aprofundam laços com o Partido Comunista Chinês. No cenário nacional, as articulações para 2026 já começam a se desenhar com um aceno do governador Tarcísio de Freitas a um “projeto para o Brasil”.

Judiciário aperta o cerco a Bolsonaro e aliados

O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou o deputado Eduardo Bolsonaro réu. A decisão foi unânime e abre uma nova frente de investigação sobre o caso. Em outra ação, o ministro Alexandre de Moraes manteve a prisão de um ex-assessor de Jair Bolsonaro. O ministro justificou a medida citando a “extrema periculosidade” do investigado. Na esfera internacional, a Justiça da Itália marcou uma audiência. O encontro pode definir a extradição da deputada Carla Zambelli.

Governo busca equilibrar relações com EUA e China

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) cobrou que o governo Lula avance nas negociações com os EUA. O objetivo é reduzir tarifas comerciais impostas pela gestão do presidente Donald Trump. O vice-presidente Geraldo Alckmin admitiu que ainda existem “distorções significativas” nas tarifas americanas. Simultaneamente, uma delegação do PT e de partidos de esquerda viajou à China. A missão visa aprofundar a cooperação com o Partido Comunista Chinês.

Articulações para 2026 e crise na segurança do Rio

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, sinalizou um “projeto para o Brasil” em 2026. Ele fez o aceno sem anunciar oficialmente uma candidatura à Presidência. Enquanto isso, o governador Cláudio Castro afirmou que o Rio de Janeiro é o epicentro da crise de segurança. Ele previu novas ações para enfrentar o problema no estado.

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