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A pressão para que Lula indique uma mulher para a vaga do ministro Luís Roberto Barroso no STF não deve surtir efeito, mas pode acabar influenciando a escolha do presidente para outro órgão: a chefia da Defensoria Pública da União (DPU).
Diante das cobranças por maior presença feminina em cargos de alto escalão, aliados da defensora pública Tarcijany Linhares, segunda colocada na lista tríplice para a DPU, intensificaram a articulação para que Lula escolha uma mulher para o cargo.
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Atual conselheira do Conselho Superior da DPU no Ceará, Tarcijany disputa o comando do órgão com o atual defensor público-geral da União, Leonardo Cardoso de Magalhães, e com Fabiano Caetano Prestes, integrante da categoria especial.
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Como a coluna mostrou, integrantes do Planalto reconhecem que a nomeação de uma mulher para cargos relevantes pode ter impacto positivo para o governo, especialmente diante das críticas a Lula por priorizar homens para as vagas.
A avaliação de alguns integrantes do governo é de que, embora a Defensoria Pública da União não tenha o mesmo peso político do STF, o gesto de Lula indicando uma mulher para o órgão poderia ajudar a amenizar as críticas ao petista.
