A reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), professora Marluce Silva e Souza, informou a liberação de R$ 18 milhões para a retomada das obras do Câmpus de Várzea Grande. Segundo a reitora, o recurso já foi transferido para o Governo de Mato Grosso, responsável pela execução da obra, para que o trabalho de construção seja reiniciado.
“Constituímos, inicialmente, uma comissão responsável composta por docentes, servidores técnicos, estudantes do Câmpus de Várzea Grande e de Cuiabá e tudo está sendo conduzido com acompanhamento da nossa gestão. O recurso foi transferido com muita segurança”, destacou a reitora.
“A conclusão provavelmente não será realizada com este recurso. Teremos que buscar novos investimentos para mobiliário, equipamento e laboratórios. Já conversamos sobre isto com a bancada parlamentar e com o ministro Camilo Santana”.
A reitora explica que a obra do Campus de Várzea Grande não foi retomada anteriormente a pedido do Governo do Estado, que pediu prazo para a ação. “Nós garantimos o prazo, que venceu dia 15 de fevereiro, e no dia 19 nós liberamos o recurso. Portanto, agora a responsabilidade é do Estado, mas nós estaremos na fiscalização e no acompanhamento da execução. É um compromisso da nossa gestão concluir também essa obra”, acrescentou.
Obras retomadas
A reitora também contou que a UFMT está realizando outras obras em todos os Câmpus da UFMT. “Quando nós chegamos, logo após a nossa posse, nós já havíamos decidido que todas as obras seriam retomadas. Retomamos no Câmpus de Cuiabá o Centro de Vivência, o Instituto de Física, o Bloco da Biologia, o Bloco Humanitas, que é o bloco que vai receber os programas de pós-graduação das humanidades”, pontua.
“Imediatamente retomamos e finalizamos as obras do Bloco de Engenharia Agrícola e de Ciências Farmacêuticas no Câmpus de Sinop. Restou o Bloco da Biblioteca, que é uma ampliação, mas esse recurso, que é do PAC [Programa de Aceleração de Crescimento], também está liberado.
Na próxima semana, o professor Elton Brito [pró-reitor do Câmpus de Sinop] deve dar a ordem de serviço para o início da última obra paralisada .
“Não temos nenhuma obra paralisada, nem no Araguaia, nem em Sinop, em Cuiabá ou Várzea Grande. Cumprimos nossa meta número 1”, finaliza a reitora.
