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União Brasil reafirma rodízio para presidir Câmara Municipal de SP, em meio a disputa de Leite com Nunes

por Da Redação
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A Executiva Municipal do União Brasil na cidade de São Paulo reafirmou, em reunião nesta quarta-feira (19), que será mantido o rodízio na indicação de vereadores da bancada do partido para presidir a Câmara Municipal de São Paulo.

O posicionamento do partido ocorre num contexto de disputa velada pela presidência da Casa.

O pacto foi firmado no final de 2024 e previu como primeiro ocupante do cargo o atual presidente, Ricardo Teixeira. No dia 2 de dezembro, o partido decidirá qual o nome indicado para suceder Teixeira no ano de 2026.

A decisão foi formalizada em nota assinada pelo presidente municipal do União Brasil, o ex-presidente da Câmara Municipal Milton Leite.

“O partido manterá o acordo pactuado em dezembro de 2024, que prevê o rodízio na indicação dos vereadores da bancada para a disputa da presidência da Câmara Municipal de São Paulo”, diz a nota. Também foi divulgada cópia do documento assinado naquela ocasião por Milton e os sete vereadores do partido na capital formalizando o acordo.

A nota diz ainda que, independentemente de qual candidato for escolhido para a disputa, será mantido o apoio à gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB).

Leite tem preferência por indicar o vereador Silvão Leite, que foi seu assessor, para suceder Teixeira.

Já aliados de Nunes afirmam que ele prefere que o atual presidente seja mantido pelo menos mais um ano no comando da Casa, por ser uma pessoa mais independente do ex-presidente da Câmara. Leite, apesar de ter deixado o mandato, segue tendo bastante influência sobre os vereadores.

O próprio Teixeira tem mantido posição dúbia sobre o assunto. Ele não participou da reunião da Executiva Municipal. A eleição está marcada para 15 de dezembro.

Há acordo na base do prefeito para que seja eleito o nome indicado pelo União Brasil, mas o impasse pode levar vereadores de outros partidos a se lançarem na disputa. Um dos que cogitam se candidatar é o atual vice-presidente, João Jorge (MDB).

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