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PL aposta que Motta só pautará anistia após a prisão de Bolsonaro

por Gustavo Zucchi
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Após a aprovação do PL Antifacção, lideranças do PL decidiram voltar suas atenções na Câmara para o projeto da anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro, o que deve beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Na visão de caciques do PL, porém, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), só pautará o projeto após Bolsonaro ser enviado pelo STF para o regime fechado de prisão.

3 imagensO ex-presidente Jair Bolsonaro pode ser transferido para a PapudaGuilherme Derrite e Hugo MottaFechar modal.1 de 3

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O ex-presidente Jair Bolsonaro pode ser transferido para a Papuda

HUGO BARRETO/METRÓPOLES
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Guilherme Derrite e Hugo Motta

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Como noticiou a coluna, a previsão da defesa de Bolsonaro é de que o ministro Alexandre de Moraes ordene, já na próxima semana, o início do cumprimento da pena do ex-presidente no inquérito do golpe.

Em entrevistas recentes, o próprio Motta admitiu que a anistia voltará ao debate nas próximas semanas. Ele acredita que convencerá o PL a apoiar uma redução das penas, e não a anistia “ampla, geral e irrestrita”.

No PL, contudo, a hipótese é rejeitada. A sigla crê que terá os votos para aprovar a anistia ampla, e não a “dosimetria das penas” que será proposta pelo relator, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP).

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Facções na geladeira

Com a anistia em prioridade, o PL deve suspender, momentaneamente, a articulação para votar outro projeto sobre facções. Dessa vez, equiparando facções com grupos terroristas.

Durante a votação do PL Antifacção, na terça-feira (18/11), Motta impediu destaques sobre o assunto, sob o argumento de que não teriam relação com o texto relatado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP).

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