O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido de revogação de tornozeleira eletrônica feito pela defesa da bolsonarista Bruna Cristina Zaramella, que é bióloga, e investigada por conta dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. Na decisão, o magistrado apontou que as cautelares são necessárias, tendo também isentado a suspeita de culpa em descumprimentos das medidas por conta de falhas no equipamento, determinando sua troca.
Bruna é suspeita de participação nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, na Praça dos Três Poderes, em Brasília, e foi denunciada pelos crimes de incitação ao crime e associação criminosa. Dez dias após ter sido detida, ela teve a liberdade provisória concedida através da imposição de medidas cautelares.
LEONARDO HEITOR Da Redação do Folhamax